QUEM AMA NÃO ADOECE

(Adriana Lobo)

adri

Muito se tem estudado nos dias de hoje a respeito dos efeitos do  amor na nossa  saúde e nas nossas vidas de uma forma geral.

Podemos afirmar que indivíduos que não foram amados adequadamente, na maioria  das vezes não conseguem amar com desprendimento, tornando-se assim pessoas  infelizes.

O adoecimento do corpo serve para dar vazão a esse sofrimento produzido muitas  vezes pela falta de amor.

A prática do amor gera saúde, quem ama a si mesmo e aos outros, quem deseja o  bem ao seu próximo, quem pratica a caridade aos mais necessitados, vive mais e com  muito mais saúde, disposição e harmonia.

Para não adoecermos é necessário aprendermos a lidar com as nossas emoções e as  nossas imperfeições, afinal de contas somos humanos e estamos em processo  evolutivo.

É necessário estar sempre atento as nossas ações, cultivar bons hábitos, falar dos seus sentimentos, sem medo, sem julgamento, cuidar da saúde física, ler bons livros, perdoar a si mesmo e aos outros através da prática da compreensão.

Dê sentido a sua vida, trace metas possíveis de serem alcançadas, seja bom, seja útil, onde quer que você esteja.

Aceite-se como você é, seja você mesmo, trabalhe suas imperfeições, seus instintos agressivos e o seu lado egocêntrico, pratique o exercício da empatia, agindo assim  poderá compreender melhor o sofrimento alheio.

Liberte-se da opinião dos outros, esteja em paz com sua consciência, faça tudo com muito amor.

Viva com simplicidade, complicamos demais a vida, vivemos num mundo de ilusões materiais, onde o “ter” é mais importante que o “ser”.

Contribua para o bem estar das pessoas, encare as dificuldades com confiança e fé, transforme problemas e oportunidades.

Seja grato por tudo o que Deus tem proporcionado na sua vida, busque Deus em tudo, agindo assim encontrará paz interior e não haverá espaço para as doenças da alma.

É com uma atitude de amor para com o próximo e a si mesmo que teremos a saúde da alma, do corpo e do espírito.

Fiquem bem !

(Adriana Lobo é Psicanalista e Psicopedagoga, seguidora do Blog e atenta ao amor ao próximo)

9 pensamentos sobre “QUEM AMA NÃO ADOECE

  1. Gostei muito dos dois textos, da Adriana e da Dirce V. Monteiro Monteiro…Sempre acho que a vida é equilíbrio, nada é muito fácil para ninguém…mas, nem por isso devemos deixar de buscar a vida! isso fica bem claro, nos dois textos, que magicamente se completam…um abraço

  2. O texto é lindo , realmente ! Mais se assemelha à uma vida de mosteiro, não uma proposta real . Vivemos agregados uns aos outros , principalmente a família . As adversidades são possíveis de serem trabalhadas , entretanto dependemos das parcerias e consequentemente cada um tem a sua forma de encarar a vida . Esse , é um tipo de isolamento, nessa ilha que já tem bárbaros de sobra , nesses tempos é só ligar a tv e uma enxurrada de tragédias cai em nosso colo todos os dias . As doenças , não são só emocionais, há tb as hereditárias ( pouco se sabe sobre o câncer ?! ) ; são tb, resquícios de vidas passadas ( acredito nisso !) .
    Tive um câncer em 2011 , hoje faço acompanhamento . Fui órfã de pai e mãe vivos , por abandono , e criada por uma família bem complicada ;uns aceitaram, outros me rejeitaram a vida toda . Tentei compreender isso , me lancei aos estudos , fiz primeiro enfermagem e tempos depois psicologia . Casei( péssima escolha) , tive um filho e batalhei muito para criá-lo . Tudo que consegui foi por esforço próprio , sem ajuda de ninguém . Na dor dos outros percebi que a minha era ínfima , lidei com isso com propriedade .Fui uma profissional dedicada e atenta à dor alheia .
    Bem , para finalizar , aos 66 anos me deparo com um câncer de mama , tive que buscar ajuda em Barretos -Sp , e sozinha enfrentei o meu tratamento com 58 viagens , entre a cirurgia e as químios e radioterapias . Sempre em paz , sem fazer disso um trampolim para sensibilizar ninguém . Sou forte ?! Não !- Simplesmente realista e cheia de fé . Por isso escrevo a minha experiência , porque na arena desta vida , precisamos conhecer as nossas necessidades para dar conta do que ainda nos resta . E eu quero viver muito ainda , para equacionar situações mal resolvidas e aprender a cuidar melhor de mim. Por isso , esse texto me mobilizou , em quase tudo foi perfeito ; mas , como nada é perfeito nessa vida …
    Aqui deixo a minha pequena história . O câncer , foi uma forma de colocar pra fora , a REJEIÇÃO , o afago e amor de um ”peito” de mãe que não tive, e a proteção de um pai desertor!
    Sem mais ,agradeço pela oportunidade de me expressar .

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